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PREMIAÇÃO - A Generali lança sua campanha para 2004.
PAULO SANTOS
- Nossa homenagem a Paulo Santos, diretor de Sinistro.
SUCURSAL MINAS GERAIS
- Generali inaugura nova sucursal de Minas Gerais.
DESEMPENHO - METAS
- Metas para 2004.
ROCK IN RIO EM LISBOA
- Competência em um setor em expansão.
NOVO PRODUTO GENERALI - Novas estratégias mercadológicas: sustentando 0 crescimento dos produtos.

PREMIAÇÃO


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"Benvenuto Al Sole"

Esta é a terceira versão da campanha nacional de incentivo aos corretores parceiros da Generali Seguros.

A campanha deste ano, que começou contabilizando produção a partir de 1° de maio, está mais ampla, no prazo e na premiação.

Serão oito meses, com término em 31 de dezembro, e 100 corretores premiados, com uma viagem ao Nordeste do Brasil, com direito a acompanhante e a usufruir todas as maravilhas e conforto de um resort.

“Benvenuto Al Sole” une produção à rentabilidade das carteiras e procura atender aos diversos portes de corretores. Valem, para efeito de participação, todos os seguros comercializados pela Empresa, mas a ênfase é para os seguros de Transporte Internacional, Vida em Grupo, Auto Frota, Multirriscos (todos) e as renovações de apólices individuais de Automóvel, cuja produção será computada em dobro.

O diretor Comercial da empresa, Marco André Carvalho, explica que a “Benvenuto Al Sole” ganhou mais amplitude devido aos resultados das edições anteriores, que, para ele, foram excelentes sob o aspecto da fidelização, a principal preocupação e razão primeira da existência das campanhas.

“O elevado índice de renovação de apólices, com boa rentabilidade, é prova de que o corretor que opera conosco é, de fato, nosso parceiro. E vice-versa. Esse relacionamento com o nosso principal canal de vendas resultou ainda em outra importante fidelidade: a do cliente, o que é prova também de satisfação com a Seguradora” afirma Marco André.

O mais importante para a Generali, com a campanha “Benvenuto Al Sole”, é, portanto, segundo ele, incentivar a relação de parceria com o corretor de seguro.



NOSSA HOMENAGEM
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Paulo Santos, diretor
de Sinistro
- Sinto-me como tivesse começado ontem -


A frase-título é a expressão da trajetória profissional de Paulo Roberto Santos, dita por ele mesmo, na condição de funcionário mais antigo da Generali Seguros, que completou 36 anos de casa em 1° de julho.

E não é difícil entender a razão da frase. Este capixaba de Alegre, município ao sul do Espírito Santo, é avesso ao comodismo, adepto do
perfeccionismo e, embora de aparência tranqüila, é inquieto ou internamente irrequieto.

“Tenho pique de jovem”, costuma dizer, para justificar sua busca constante para dar soluções aos problemas, para enfrentar desafios e tomar iniciativas.

“Só não faço mais porque o dia é curto”, brinca.

E seu dia, na Empresa, tem 12, 13 horas. Chega às 7; sai às 19, 20 horas.

Sua experiência no mundo do seguro é múltipla. Paulo Santos chegou ao Rio de Janeiro aos 15 anos e quatro anos depois, aos 19, ingressava na Generali, como arquivista.

Isso aconteceu no ano de 1968. Daí para frente, não parou mais. Sua bandeira é o Leão Alado até hoje.

Passou pelos Departamentos Técnico e Comercial e pelos Pólos Rio, Sul e Norte/Nordeste, antes de assumir a Diretoria de Sinistro.

Sua formação é na área de Administração de Empresas, tem inúmeros cursos de especialização, inclusive de arbitragem comercial, além de contribuir em Comissões

Técnicas da Fenaseg (Sinistro) e do Sindicato das Seguradoras do Rio de Janeiro (Automóvel) e participar como membro do Conselho Consultivo do Cesvi.

“Não existe trajetória profissional sem dedicação”, filosofa o anticomodista Paulo Santos, falando como num aconselhamento aos jovens. E segue a mesma linha ao julgar de grande importância no relacionamento de trabalho, e também pessoal, preservar o respeito aos colegas, à ética e ao tratamento igualitário e justo a todos.

“Manter avivado o interesse, o empenho nas tarefas e o gosto por aquilo que faz também são ingredientes-chave do percurso”, diz, adicionando à receita a procura contínua pelo conhecimento aprofundado das atividades da Empresa, pela especialização.

“A busca, inclusive, é ininterrupta, pela eficiência, pela excelência dos resultados”, acrescenta. “E, tudo isso, nem o tempo pode entorpecer”, ensina Paulo Santos, memória viva da Empresa.


SUCURSAL MINAS GERAIS

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Generali
inaugura nova
sucursal
de Minas Gerais


A Generali Seguros acaba de inaugurar a nova a sucursal de Minas Gerais, em Belo Horizonte, com instalações mais amplas e modernas, e lançar, no mesmo evento, a “Benvenuto Al Sole” no Estado, campanha nacional que tem o objetivo de incentivar os corretores de seguros parceiros da empresa.


Da esquerda para a direita:
Roberto Barbosa, Santi Cianci, Alberto Osvaldo Continentino de Araújo (Presidente da SESMIG), José Osvaldo de Miranda, Marco Herodiano Siqueira da Cunha (Vice-Presidente do Clube de Corretores), Federico Baroglio

 

“As mudanças implementadas na sucursal procuram dar mais conforto e agilidade no atendimento aos corretores e aos clientes”, afirma José Osvaldo de Miranda, diretor regional da Generali, que planeja crescer em Minas Gerais 25% no fechamento de 2004, elevando o faturamento para R$ 25 milhões.

As novas instalações da filial e a campanha “Benvenuto Al Sole”, segundo ele, vão contribuir para o cumprimento da meta. Com parcela de 1% do mercado de seguros mineiro, a sucursal produz 10% do faturamento nacional da Generali, participações que serão mantidas este ano, mesmo sem operar com produtos financeiros, como o seguro de vida resgatável (VGBL), e com o seguro-saúde.

O diretor Comercial da Generali Seguros, Marco André Carvalho, assinala que a nova sucursal de Belo Horizonte faz parte do planejamento estratégico da empresa, que também está direcionado para desenvolver as operações nas regiões do Triângulo Mineiro e do Sul do Estado. “O nosso propósito é obter ganho de escala e ampliar a nossa presença de mercado em Minas Gerais”, diz Marco André.

A nova sucursal de Belo Horizonte foi inaugurada pelo presidente da Generali Seguros, Federico Baroglio, e pelo vice-presidente, Santi Cianci, em solenidade realizada quinta-feira última com as presenças do secretário de Fazenda de Minas Gerais, Jorge Fuad Nomam e os presidentes do Sindicato das Seguradoras, Alberto Continentino de Araújo; do Sindicato dos Corretores de Seguros, Roberto Silva Barbosa; e do Clube dos Corretores de Seguros, Márcio Corrêa.

Ao evento compareceram mais de 100 corretores de seguros, aos quais foi apresentado a campanha “Benvenuto Al Sole”, que vai premiar 100 corretores com viagens ao Nordeste, com direito a acompanhante e estadia garantida em um resort.



METAS PARA 2004


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Para 2004, o desempenho previsto pela Generali Seguros é de, no mínimo, próximo ao de 2003, com receita orçada em cerca de R$ 260 milhões.

O lucro está estimado ao redor de R$ 8 milhões, e a rentabilidade, em torno de 10%.

A estratégia comercial definida para este ano prevê esforço redobrado de vendas no mercado de seguros paulista, onde a captação de prêmios projetada é da ordem de R$ 107 milhões.

Este direcionamento de forças, iniciado em 2003, é agora prioridade absoluta. A meta é elevar de 35% para até 45% a participação de São Paulo no faturamento da Empresa.

O foco da Generali continuará voltado para uma forte atuação na área empresarial de médio e grande riscos e para os ramos de Transportes, Incêndio, Veículos (Frota) e Vida em Grupo.

São Paulo, além de atender a visão estratégica bem delineada da Empresa e possuir peso preponderante na economia brasileira, é fundamental para o crescimento da Generali e, conseqüentemente, para o seu projeto de conquista de novas contas.

Na capital e no interior do Estado, estão instaladas sedes de empresas multinacionais que, no mercado internacional, já são clientes do Grupo Generali.

O trabalho em andamento é para adicionar essas empresas ao nosso portfólio aqui no Brasil.



Bom desempenho em 2003

A Generali Seguros fechou 2003 com crescimento de 17,6% sobre 2002, um ótimo desempenho, considerando que a Empresa não opera com o seguro de vida resgatável, do tipo VGBL, e nem no Ramo Saúde.

O resultado só não foi melhor devido ao desaquecimento do setor automotivo brasileiro.

O faturamento do grupo no ano, incluindo a Previdência Privada, chegou a R$ 290,2 milhões, enquanto as reservas técnicas ultrapassaram a casa de R$ 343 milhões.

O lucro líquido foi superior a R$ 5,7 milhões, e o patrimônio líquido ficou acima de R$ 70 milhões. A rentabilidade sobre o patrimônio líquido fechou o ano situando-se em 9%.

Os resultados do grupo no mundo

Com sede em Trieste, na Itália, a Generali é um dos maiores grupos seguradores do mundo e está presente no Brasil desde 1925. Seu faturamento mundial em 2003 foi de US$ 62,5 bilhões (R$ 181 bilhões).

Nas reservas técnicas, o conglomerado somou recursos da ordem de US$ 281,6 bilhões (R$ 815,8 bilhões) e, em ativos livres, os investimentos chegaram a US$ 289,9 bilhões (R$ 839,8 bilhões).

O patrimônio foi a US 10,7 bilhões (R$ 31 bilhões) em 2003. O Grupo Generali fechou o ano com lucro de US$ 1,2 bilhão (R$ 3,7 bilhões).



ROCK IN RIO EM LISBOA
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Competência em um setor em expansão.




A Generali Seguros é a seguradora subscritora dos riscos de No Show da versão portuguesa do Rock in Rio



O evento ocorreu em Lisboa, no mês de maio.

A escolha da Empresa é, sem dúvida, uma demonstração da sua capacidade de atuação nesse segmento.

A apólice de No Show do Rock in Rio Lisboa, elaborada em parceria com a Aon Corretora, tem capital segurado de 2 milhões de euros e foi feita em nome da Better World Comunicação Ltda. empresa portuguesa criada pela agência de publicidade Artplan.

Os riscos absorvidos pela Generali foram de eventos que viessem a impedir a realização de shows durante o festival, que teve duração de cinco dias.

Seqüestro, morte, invalidez e incapacidade física dos artistas

estavam na lista de riscos cobertos, que incluiu, ainda, entre outros, explosões, incêndio, alagamento, vendaval e chuvas torrenciais.

O Diretor Comercial da Generali Seguros, Marco André Carvalho, lembra que a Seguradora tem grande participação no mercado de seguros de eventos, que tende a crescer, e muito, nos próximos anos. “Know-how não nos falta”, afirma.

Ele calcula que o segmento de shows e eventos movimenta no País aproximadamente R$ 100 milhões de prêmios anuais. Segundo ele, ainda é pouco diante do potencial existente. “Há um enorme espaço para realizarmos negócios nessa área”, garante Marco André.

NOVO PRODUTO GENERALI

A concorrência na corretagem de seguros é hoje tão implacável quanto entre as seguradoras, uma realidade que exige de ambos a adoção de novas estratégias mercadológicas para sustentar o crescimento.

E é o que a Generali faz ao eleger nichos que oferecem boas oportunidades de negócios, trabalhando bem ramos específicos, com produtos e serviços competitivos.

O mesmo estão fazendo

inúmeras corretoras, optando
pelo caminho da especialização.

Nesse processo, os Riscos de Engenharia surgem como uma alternativa promissora, bem como segmentos do ramo que ganharam vida própria de alguns anos para cá, com apólices bem definidas.

“O seguro de construções prediais é exemplo”, cita Rosane D’Avila, Superintendente Técnico de Ramos Elementares.
Nesse processo, os Riscos de Engenharia surgem como uma alternativa promissora, bem como segmentos do ramo que ganharam vida própria de alguns anos para cá, com apólices bem definidas. “O seguro de construções prediais é exemplo”, cita Rosane D’Avila, Superintendente da área.

Trata-se de um produto capaz de oferecer total segurança aos construtores ou proprietários de empreendimentos imobiliários. Rosane D’Avila assegura que o corretor tem um vasto campo para trabalhar, já que suas coberturas, além de abranger prédios residenciais e comerciais verticais, são aplicadas também, entre outras edificações, em casas, shoppings, lojas, hospitais, escolas, ginásios esportivos, clínicas, cinemas e hangares, além de instalações industriais.




O produto tem uso ainda em reformas ou ampliações, o que aumenta ainda mais a sua área de atuação.

Rosane D’Avila comenta que a Generali tem presença firme nesse setor, dando todo o suporte necessário ao corretor e disponibilizando um produto, o Generali Construção, elaborado com várias vantagens.
“Sua contratação é bastante simplificada, o custo é atrativo e competitivo e as coberturas são abrangentes” exemplifica Rosane D’Avila, sem deixar de mencionar que o produto oferece subscrição automática de até US$ 10 milhões e importância segurada única para obras civis e instalação e montagem.
A amplitude das coberturas, básicas e adicionais (leia box), é, de fato, um grande trunfo do Generali Construção, ao prever na apólice todos os riscos que deixam exposto o empreiteiro em uma obra, na edificação ou ainda na reforma de uma loja comercial.

O produto não é “engessado”. Ao contrário, é bastante flexível, ajusta-se às necessidades de qualquer tipo de empreendimento imobiliário, residencial, comercial ou industrial, independentemente do porte.

Aliás, essa característica tem uma outra grande vantagem, pois faz do Generali Construção uma excelente opção de venda para o corretor. Para Rosane D’Avila, não há dúvida quanto a isso. Ela garante que o corretor tem na construção civil um ótimo setor para trabalhar, uma alternativa que deve ser analisada inclusive pela situação atual do mercado de seguros, que anda recessivo.
“O segmento é mais uma área de prospecção de negócios, cuja ferramenta é o Generali Construção”, receita Rosane D’Avila,


- FINAL DA EDIÇÃO -
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